sexta-feira, 27 de julho de 2012
O diagnóstico!
BURSITE SUBACROMIAL. O QUE É?
Vou tentar ser o mais claro possivel, afinal eu também não entendo muita coisa.
Bom, a bursite é a inflamação da bursa, uma pequena bolsa contendo líquido que envolve as articulações e funciona como amortecedor entre ossos, tendões e tecidos musculares e facilita o deslizamento de músculos ou tendões sobre ossos ou ligamentos.
No nosso ombro temos ossos que permitem um amplo movimento do braço/mãos. Esse movimento é graças a muitas articulações que temos no ombro.
Sobre o tendão de alguns músculos do ombro, existe uma grande bolsa: subacromial. A extensão externa dessa bolsa é chamada bolsa subdeltóidea, pois fica abaixo de um músculo chamado deltóide.
A boa notícia é que ja vou retornar aos treinos no final da proxima semana, ja que o tratamento esta sendo eficaz e não sinto mais dor nenhuam. e a má notícia é a do post anterior, por ter ficado muito tempo sem treinar não vou conseguir recuperar o pique a tempo do brasileiro de boulder!
Mas o importante é que ja estou me recuperando e em breve de volta as cadenas!!!!
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Fora do brasileiro de boulder!
Devido aquela lesão no ombro esquerdo, estou fora da terceira etapa do campeonato brasileiro de boulder que acontecerá em Belo Horizonte - MG.
A terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Boulder 2012 será realizada em Belo Horizonte, uma cidade estrategicamente localizada na porção central do estado de Minas Gerais.
Com um clima agradável, belas paisagens e a proximidade de importantes points de escalada do estado completa o amplo mosaico oferecido. Serra do Cipó, Sabará, Caeté, Conceição do Mato Dentro e Ouro Preto dão uma ideia de quão rico pode ser a vinda a Belo Horizonte.
Considerada a cidade brasileira com maior número de bares por habitante, sua noite oferece opções para os mais variados estilos, seja a badalação ou a gastronomia de qualidade internacional.
Para recepcionar e fechar com chave de ouro o circuito Brasileiro Adrena de Boulder 2012, não há lugar melhor que a mais famosa e bela Praça da cidade, a Praça Israel Pinheiro, mais conhecida como Praça do Papa onde em 1980 João Paulo II abençoou a cidade. É uma importante praça localizada no bairro Mangabeiras, situada ao pé da Serra do Curral, símbolo da capital mineira, a mais de 1100m de altitude.
A terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Boulder 2012 será realizada em Belo Horizonte, uma cidade estrategicamente localizada na porção central do estado de Minas Gerais.
Com um clima agradável, belas paisagens e a proximidade de importantes points de escalada do estado completa o amplo mosaico oferecido. Serra do Cipó, Sabará, Caeté, Conceição do Mato Dentro e Ouro Preto dão uma ideia de quão rico pode ser a vinda a Belo Horizonte.
Considerada a cidade brasileira com maior número de bares por habitante, sua noite oferece opções para os mais variados estilos, seja a badalação ou a gastronomia de qualidade internacional.
Para recepcionar e fechar com chave de ouro o circuito Brasileiro Adrena de Boulder 2012, não há lugar melhor que a mais famosa e bela Praça da cidade, a Praça Israel Pinheiro, mais conhecida como Praça do Papa onde em 1980 João Paulo II abençoou a cidade. É uma importante praça localizada no bairro Mangabeiras, situada ao pé da Serra do Curral, símbolo da capital mineira, a mais de 1100m de altitude.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Péssima notícia!
Na verdade tenho duas notícias; a péssima e uma um pouco melhor.
Vou começar pela péssima notícia mesmo. Bom à mais ou menos um mês atrás machuquei meu ombro esquerdo no trabalho, a princípio não pareceu nada grave apenas um incômodo momentaneo, continuei com os treino normalmente, mas aquele leve incômodo me preocupava cada vez mais.
Alguns dias depois o incômod se tornou em uma dor insuportavel que limitava todos os movimentos do meu braço esquerdo. Meu ortopedista me fala que é uma inflamação na articulação, não conseguia parar de pensar nos meus treinos e no campeonato mineiro e brasileiro chegando. Mas não tive escolha, estou à quase um mês sem escalar ou pelo menos pagar uma barrinha pra manter o condicionamento. Esse atraso nos treinos pode custar caro nos campeonatos, o jeito é correr com a recuperação desta lesão e voltar aos treinos o quanto antes.
Bom, a outra notícia, um pouco melhor, é que a dor ja melhorou muito, movimento o braço normalmente sem nenhuma dificuldade. Essa semana vou novamente ao ortopedista para ele dar o "veredicto final", espero que esteja liberado pelomenos para os treinos mais leves.
Agora o jeito é esperar com paciência, continuar o tratamento e torcer pra isso acabar logo.
Vou começar pela péssima notícia mesmo. Bom à mais ou menos um mês atrás machuquei meu ombro esquerdo no trabalho, a princípio não pareceu nada grave apenas um incômodo momentaneo, continuei com os treino normalmente, mas aquele leve incômodo me preocupava cada vez mais.
Alguns dias depois o incômod se tornou em uma dor insuportavel que limitava todos os movimentos do meu braço esquerdo. Meu ortopedista me fala que é uma inflamação na articulação, não conseguia parar de pensar nos meus treinos e no campeonato mineiro e brasileiro chegando. Mas não tive escolha, estou à quase um mês sem escalar ou pelo menos pagar uma barrinha pra manter o condicionamento. Esse atraso nos treinos pode custar caro nos campeonatos, o jeito é correr com a recuperação desta lesão e voltar aos treinos o quanto antes.
Bom, a outra notícia, um pouco melhor, é que a dor ja melhorou muito, movimento o braço normalmente sem nenhuma dificuldade. Essa semana vou novamente ao ortopedista para ele dar o "veredicto final", espero que esteja liberado pelomenos para os treinos mais leves.
Agora o jeito é esperar com paciência, continuar o tratamento e torcer pra isso acabar logo.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Boulder em Tiradentes - MG
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| Tiradentes - MG |
O lugarzinho doido sô!
Uma muralha de rocha protege a cidadezinha que parece mais cenário de filme
antigo, perfeita para descansar e se cansar um pouco nos blocos e nas trilhas da
região. O que não falta e coisa pra fazer nessa cidade.
As opções de passeios na serra de São
José são todas de nível educacional, atingindo a vários setores: escolas,
empresas e grupos de reabilitação de saúde, onde são aperfeiçoados conhecimentos
em geografia, geologia, história e meio ambiente, além de aprimorar no ser
humano aptidões como senso de companheirismo, espírito de liderança e raciocínio
rápido.
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| Preparando pro perrengue... |
A escalada em rocha, principalmente em seus paredões,
não é permitido pois o tipo de rocha é podre ( formação de quartzito com arenito ).
Mas há ótimas opções de boulders em toda região de montanha, sabendo escolher o
bloco a brincadeira e garantida. Arestas, negativos e fendas, o que não falta na
região e bloco para se divertir.
Segue aí algumas fotos de um boulder que fiz no ultimo feriado (dia 7 - quinta-feira).
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| Meu pai me dando a seg de corpo... |
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| A virada... |
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| Fotos: Terezinha Aquino |
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Promoção Top Fãns 4climb
Pra quem é fã da 4climb vai curtir d+ o "LOUCOS POR ESCALADA"!
É bem fácil participar, quanto mais você CURTIR, COMENTAR e COMPARTILHAR nossos posts, mais pontos você acumula e aumenta a chance de ganhar prêmios todo mês!
Para começarmos com toda vibe vamos premiar o 1º fã com um "Kit-cadena da 4climb"! E tem mais, você mesmo acompanha sua posição no ranking neste link.
Para saber mais sobre a promoção clik aqui.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Projeto, TRIP VIANA.
No dia 7 de setembro (feriadão), eu e o pessoal da Das Pedras, estamos organizando uma trip para Viana ES. O setor de escalada é novo, mas as falésias parecem ser fantásticas.
O complexo de escalada de viana esta dividido em três falésias: A falésia do estacionamento que fica do lado do "estacionamento" e, separado apenas por uma subidinha, a falésia dos Namorados/Solteiros que fica à menos de 15min de caminhada, e a falésia do Capeta que fica a maioria das vias esportivas.
Confiram o croqui do setor estacionamento:
O complexo de escalada de viana esta dividido em três falésias: A falésia do estacionamento que fica do lado do "estacionamento" e, separado apenas por uma subidinha, a falésia dos Namorados/Solteiros que fica à menos de 15min de caminhada, e a falésia do Capeta que fica a maioria das vias esportivas.
Confiram o croqui do setor estacionamento:
MELHOR ÉPOCA: Inverno início da primavera. No setor Estacionamento tem sombra pela manhã, e a tarde, a sombra fica no setor Capeta. Perfeito né? Claro, isso se ainda tiver pele…. Na primavera e no verão chove bastante e a falésia fica molhada.
EQUIPO: Rack esportivo + kit repelente. Para entrar na via em móvel, recomenda-se peças pequenas a médias.
H20/COMIDA: Levar de casa.
ROCHA: Gnaisse. Bem abrasivo. Levar esparadrapo!!!!
DICAS: Tem vários boulders, igualmente abrasivos, na base do setor Capeta. Vale a pena dar uma chegada.
Confiram o vídeo feito especialmente para o complexo de Viana, que conta com a presença do meu parceiro escalador e rout-seter Luca Portilho.
domingo, 20 de maio de 2012
BELAY LOOP - Use o anel de sua cadeirinha de forma correta!
Qual é a forma correta de utilizar sua cadeirinha na hora de fazer o rapel e a segurança de seu parceiro, você sabe?
Você deve clipar seu mosquetão no anel frontal da cadeirinha (Belay Loop), ou deve clipar seu mosquetão por ambas as fitas das pernas e cintura?
Montanhistas mais antigos dizem que aprenderam a utilizar a técnica de passar o mosquetão de trava, tanto pela alça das pernas como da cintura.
Depois de muito pesquisar na internet, sites de fabricantes e fóruns de discussão, aprendemos que essa técnica ou hábito vem das primeiras cadeirinhas, que antigamente, não possuíam o tal BELAY LOOP. Desta forma o mosquetão era sempre clipado tanto na fita das pernas como na fita da cintura.
Anos se passaram e hoje quase a totalidade das cadeirinhas no mercado possuem um anel de fita frontal, e apesar das recomendações dos fabricantes, boa parte dos montanhistas ainda utiliza o método antigo.
Bom, respondendo a pergunta da primeira frase: A técnica “moderna” e absolutamente CORRETA de clipar seu mosquetão à cadeirinha é através do Belay Loop.
Portanto, clipar seu mosquetão nas fitas da cintura e pernas É PERIGOSO e ESTÁ ERRADO!
ERRADO – Dependendo do ângulo de trabalho do mosquetão, podem ocorrer cargas totalmente transversais ao seu eixo ideal ou sobre o gatilho.
Vamos aos fatos…
A grande parte dos montanhista que defendem e usam o método antigo, fundamentam-se em duas premissas principais:
- A primeira é a de que ao clipar seu mosquetão nas fitas das pernas e cintura, você estará clipado em 2 pontos ao invés de um, o que seria em tese, mais seguro.
- O segundo ponto é que ao utilizar o Belay Loop você está adicionando mais um elemento à cadeia de segurança, e fundamentalmente no montanhismo, quanto menos elementos nesta cadeia, melhor.
Dito isso, vamos ver porquê você DEVE UTILIZAR o Belay Loop:
- O primeiro ponto é de extrema relevância. Todos os fabricantes recomendam o rapel e segurança através do Belay Loop. Pra mim só isso já basta, afinal muito tempo e dinheiro são gastos pelos fabricantes no desenvolvimento e teste desses equipamentos, e eles não recomendariam essa prática se não fosse absolutamente segura. Isso sem contar que ao adicionar um Belay Loop, adiciona-se custo à cadeirinha, e você pode ter certeza que se não fosse extremamente relevante, ele não estaria lá!
- O Belay Loop é feito de uma fita tubular enrolada sobre ela mesma por duas, as vezes até três camadas, e depois costurado. Este anel é sem dúvida o ponto mais forte de sua cadeirinha. Não há porquê duvidar da segurança desta peça da cadeirinha.
- Ao contrário do que muitos dizem sobre adicionar um elemento na “cadeia de segurança”, ao utilizar o Belay Loop, você simplifica o “clipar-se” à cadeirinha. O procedimento torna-se mais fácil, rápido e visualmente claro de ser checado, tanto por você como por seu parceiro.
Clipar-se ao Belay Loop basicamente é clipar-se a um único ponto ao invés de dois, diminuindo suas chances de erro.
- E por fim o argumento tecnicamente mais relevante. Todos os mosquetões foram feitos para receber a carga em seu sentido longitudinal, o que só acontece de forma perfeita com o uso do Belay Loop. Quando o mosquetão é passado pelas pernas e cintura, ele acaba recebendo cargas multi-direcionais, e na pior das hipóteses pode ser carregado completamente na transversal de seu eixo.
Se você prestar atenção na gravação feita na lateral do corpo de seu mosquetão, verá que a resistência que gira em torno de 22KN a 25KN cai tranquilamente para menos da metade (7KN a 9KN) se carregado na transversal.
Se você ainda tem alguma dúvida sobre a segurança de seu BELAY LOOP pode clipar também o anel do seu nó, como mostra a foto. Além de dobrar sua segurança, tanto o escalador como o segurador estarão encordados o tempo todo.
Hoje eu utilizo somente o Belay Loop para rapel e segurança. Recomendo e ensino desta forma os alunos na Das Pedras, seja no ginásio ou cursos de escalada em rocha.
Mudar um hábito é algo que requer tempo e força de vontade, mas tenho certeza que você estará mais seguro, além de fazer a coisa certa.
Você deve clipar seu mosquetão no anel frontal da cadeirinha (Belay Loop), ou deve clipar seu mosquetão por ambas as fitas das pernas e cintura?
Montanhistas mais antigos dizem que aprenderam a utilizar a técnica de passar o mosquetão de trava, tanto pela alça das pernas como da cintura.
Depois de muito pesquisar na internet, sites de fabricantes e fóruns de discussão, aprendemos que essa técnica ou hábito vem das primeiras cadeirinhas, que antigamente, não possuíam o tal BELAY LOOP. Desta forma o mosquetão era sempre clipado tanto na fita das pernas como na fita da cintura.
Anos se passaram e hoje quase a totalidade das cadeirinhas no mercado possuem um anel de fita frontal, e apesar das recomendações dos fabricantes, boa parte dos montanhistas ainda utiliza o método antigo.
Bom, respondendo a pergunta da primeira frase: A técnica “moderna” e absolutamente CORRETA de clipar seu mosquetão à cadeirinha é através do Belay Loop.
Portanto, clipar seu mosquetão nas fitas da cintura e pernas É PERIGOSO e ESTÁ ERRADO!
ERRADO – Dependendo do ângulo de trabalho do mosquetão, podem ocorrer cargas totalmente transversais ao seu eixo ideal ou sobre o gatilho.
A grande parte dos montanhista que defendem e usam o método antigo, fundamentam-se em duas premissas principais:
- A primeira é a de que ao clipar seu mosquetão nas fitas das pernas e cintura, você estará clipado em 2 pontos ao invés de um, o que seria em tese, mais seguro.
- O segundo ponto é que ao utilizar o Belay Loop você está adicionando mais um elemento à cadeia de segurança, e fundamentalmente no montanhismo, quanto menos elementos nesta cadeia, melhor.
Dito isso, vamos ver porquê você DEVE UTILIZAR o Belay Loop:
- O primeiro ponto é de extrema relevância. Todos os fabricantes recomendam o rapel e segurança através do Belay Loop. Pra mim só isso já basta, afinal muito tempo e dinheiro são gastos pelos fabricantes no desenvolvimento e teste desses equipamentos, e eles não recomendariam essa prática se não fosse absolutamente segura. Isso sem contar que ao adicionar um Belay Loop, adiciona-se custo à cadeirinha, e você pode ter certeza que se não fosse extremamente relevante, ele não estaria lá!
- O Belay Loop é feito de uma fita tubular enrolada sobre ela mesma por duas, as vezes até três camadas, e depois costurado. Este anel é sem dúvida o ponto mais forte de sua cadeirinha. Não há porquê duvidar da segurança desta peça da cadeirinha.
- Ao contrário do que muitos dizem sobre adicionar um elemento na “cadeia de segurança”, ao utilizar o Belay Loop, você simplifica o “clipar-se” à cadeirinha. O procedimento torna-se mais fácil, rápido e visualmente claro de ser checado, tanto por você como por seu parceiro.
Clipar-se ao Belay Loop basicamente é clipar-se a um único ponto ao invés de dois, diminuindo suas chances de erro.
- E por fim o argumento tecnicamente mais relevante. Todos os mosquetões foram feitos para receber a carga em seu sentido longitudinal, o que só acontece de forma perfeita com o uso do Belay Loop. Quando o mosquetão é passado pelas pernas e cintura, ele acaba recebendo cargas multi-direcionais, e na pior das hipóteses pode ser carregado completamente na transversal de seu eixo.
Se você prestar atenção na gravação feita na lateral do corpo de seu mosquetão, verá que a resistência que gira em torno de 22KN a 25KN cai tranquilamente para menos da metade (7KN a 9KN) se carregado na transversal.
Hoje eu utilizo somente o Belay Loop para rapel e segurança. Recomendo e ensino desta forma os alunos na Das Pedras, seja no ginásio ou cursos de escalada em rocha.
Mudar um hábito é algo que requer tempo e força de vontade, mas tenho certeza que você estará mais seguro, além de fazer a coisa certa.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Sítio do Rod
| Na base da falésia. 1º setor, Grupo 1 |
Neste fim de semana (06/05), fui com a galera da Das Pedras no Sítio do Rod, em Lagoa Santa. Tinha muito tempo que não escalava na rocha, os treinos não estão me dando tempo pra isto, mas no sábado combinamos de ir pro Rod, saímos no domingo bem cedo e aproveitamos o dia. Entramos em várias vias (destaque para "Tapa na aranha" 7A), encademos a maioria, mas no fim do dia com o cansaso do treino de sábado e o desgaste das vias anteriores mandamos algumas vias apenas izolando os lances.
| Atretas do climb. 6sup. |
O Sitio do Rod é uma área que foi criada há treze anos visando fomentar e dar suporte a esportes ligados à natureza; tais como escalada esportiva em rocha, sendo estas as principais atividades exercidas na área de cento e três mil metros quadrados que abriga falésias calcárias em seu interior e pequenas cavernas, sendo em sua maioria área de reserva ambiental. As falésias calcárias são propicias a pratica da escalada esportiva possuindo 55 rotas conquistadas, mapeadas e catalogadas, conhecidas e freqüentadas por escaladores do Brasil e de todo o mundo.
O Campo-escola de Escalada do Sítio do Rod conta com 63 vias, com graduação de 4o a 9c além de alguns projetos e muitos boulders.
A escalada na região pode ser praticada de forma responsável e segura, bastando para isso uma boa formação dos praticantes e a atenção dos mesmos aos procedimentos de segurança.
A escalada na região pode ser praticada de forma responsável e segura, bastando para isso uma boa formação dos praticantes e a atenção dos mesmos aos procedimentos de segurança.
| Atretas do climb. 6 sup. |
| Tapa na aranha. 7a. |
O sítio do Rod fica Há 40 minutos de BH, lugar de fácil acesso bem proximo a Gruta do Lapinha em Lagoa Santa.
O lugar é muito rico com vias de 4 à 9 grau, com dois setores de escalada e alguns boulders. Aproveitem o fim de semana e as falésias do lugar.
Boas escaladas.....KMONNN!
O lugar é muito rico com vias de 4 à 9 grau, com dois setores de escalada e alguns boulders. Aproveitem o fim de semana e as falésias do lugar.
Boas escaladas.....KMONNN!
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Você sabe o que é "Mal de altitude?"
Nós,
habitantes de altitudes mais moderadas, sem essas milenares adaptações, temos
que respeitar as grandes altitudes e subir vagarosa e cautelosamente para
evitar graves conseqüências.
Existem três doenças relacionadas a altitude, a AMS (Altitude Mountain Sickness) em inglês ou soroche na América Latina, o HAPE (High Altitude Pulmonar Edema), edema pulmonar de altitude e o HACE (High Altitude Cerebral Edema), edema cerebral de altitude.
Existem três doenças relacionadas a altitude, a AMS (Altitude Mountain Sickness) em inglês ou soroche na América Latina, o HAPE (High Altitude Pulmonar Edema), edema pulmonar de altitude e o HACE (High Altitude Cerebral Edema), edema cerebral de altitude.
O AMS acomete ao redor de 30% das pessoas não aclimatadas que sobem acima de 3.000 metros de altitude sobre o nível do mar. Seus sintomas lembram os de uma forte gripe. Podem ser apenas uma sensação de mal estar generalizado ou progredir para os sintomas clássicos de forte dor de cabeça latejante, em geral de um lado só da cabeça, náusea e vômitos, falta de energia e apetite e pronunciado cansaço aos esforços. A pessoa tende a querer isolar-se e as vezes, por isso, não relata aos seus companheiros o que está passando, agravando o perigo.
No caso de
HACE, nos casos clássicos (isso pode variar muito), as dores de cabeça se
agravam, os vômitos pioram e aparece o sintoma que nos diz com certeza que
estamos frente a um caso de HACE, a perda de equilíbrio. Deste ponto em diante
o quadro piora rapidamente evoluindo com confusão mental, coma e morte que pode
acontecer em menos de 12 horas após o começo do quadro.
Como a pessoa com HAPE perde a
capacidade de raciocinar claramente pode ser um pouco difícil
convencê-la de que ela está apresentando um quadro grave e que medidas rápidas
e efetivas devem ser tomada para reverter o quadro.
No caso da
HAPE uma situação semelhante ocorre, mas desta vez nos pulmões. Com o
agravamento do quadro, a pessoa começa a apresentar inicialmente tosse seca,
dor pré external (no centro do peito) e cansaço aos mínimos esforços. A tosse
então se torna produtiva, e aparece a ortopnéia (piora da falta de ar ao se
deitar) que é para o HAPE o que a falta de equilíbrio é para o HACE, ou seja, o
sinal de que realmente se trata de edema pulmonar e que medidas extremas e
rápidas devem ser tomadas para reverter o quadro.
Um
equipamento muito útil para o tratamento do Mal de Altitude é o Gamow Bag, um
cilindro de borracha de barco com um zíper, uma bomba de ar manual e uma
válvula de escape de ar uma vez que a pressão desejada seja atingida. O
problema é que, quando o paciente é retirado da Gamow Bag com muita freqüência
volta a apresentar Mal de Altitude. Mesmo assim a Gamow Bag deve ser considerada
em todas as escaladas e trekkings de altitude, pois ela permite um planejamento
de evacuação muito mais calmo e com o paciente em melhores condições. Os lados
negativos são o custo de ao redor de US$ 1000 e o peso de sete quilos.terça-feira, 17 de abril de 2012
Campeonato mundial de escalada, Paris 2012
Entre os dias 12 e 16 de setembro vai acontecer a edição 2012 do Campeonato Mundial de Escalada, em Paris, na França.
Publicaram um vídeo de divulgação do super evento com a participação de quatro dos melhores atletas franceses representando cada modalidade: Melissa Le Neve (Boulder), Manuel Romain (Dificuldade), Esther Bruckner (Velocidade) e Philipe Ribiére (Paraclimbing).
O vídeo ficou muito bacana e bem feito, com várias imagens de Paris e uma música um tanto quanto motivadora e emocional.
Publicaram um vídeo de divulgação do super evento com a participação de quatro dos melhores atletas franceses representando cada modalidade: Melissa Le Neve (Boulder), Manuel Romain (Dificuldade), Esther Bruckner (Velocidade) e Philipe Ribiére (Paraclimbing).
O vídeo ficou muito bacana e bem feito, com várias imagens de Paris e uma música um tanto quanto motivadora e emocional.
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